Um dia jogo tudo para o alto,me deixo exposta, pois mostrar-se fraca nesse caso é provar-se digna de algo mais que poucos altos e baixos, humores frustrados, quase sempre fingidos, assim, da ruptura e da dor, talvez consiga. Talvez a alma, mais que o corpo rejuvenesça. Um tanto insólito, mas inevitavelmente humano.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Devaneio
O marasmo de um sem número de detalhes, pequenas felicidades e pausas amenas é o que nos faz render a mente, ontem hoje e sempre à agonia.Falseando sorrisos, engolindo em seco e uma briga pela compreensão todos os dias.Quando o peso do mundo parece estar todo dentro de si, é tudo um disfarce, no fundo, sou (és) dor, pequenez, incomunicação e vazio.
Um dia jogo tudo para o alto,me deixo exposta, pois mostrar-se fraca nesse caso é provar-se digna de algo mais que poucos altos e baixos, humores frustrados, quase sempre fingidos, assim, da ruptura e da dor, talvez consiga. Talvez a alma, mais que o corpo rejuvenesça. Um tanto insólito, mas inevitavelmente humano.
Um dia jogo tudo para o alto,me deixo exposta, pois mostrar-se fraca nesse caso é provar-se digna de algo mais que poucos altos e baixos, humores frustrados, quase sempre fingidos, assim, da ruptura e da dor, talvez consiga. Talvez a alma, mais que o corpo rejuvenesça. Um tanto insólito, mas inevitavelmente humano.
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