quarta-feira, 14 de março de 2012
Eterna criança
Quando crianças, nós não conhecemos limites. Num curto período de tempo, aprendemos a falar sem nunca antes termos falado coisa alguma.Aprendemos a andar com nossos membros frágeis para explorar o mundo sem nunca antes termos dado um passo sequer.Aprendemos a observar, a reconhecer, a alegrarmo-nos, a sofrer, e continuarmos nossas experiências de explorações e descobertas.Quando crianças, conseguimos tudo isso, sim, por que temos o apoio de todos que nos cercam, mas principalmente por que em nenhum momento nós pensamos que não somos capazes.É como se movesse dentro de nós um Espírito do Mago, que conhece e domina todos os aspectos do mundo.O Mago sabe que tudo lhe é possível, por que tudo provém apenas de sua vontade.Assim, apenas deseja, quer, tenta e, irremediavelmente, consegue.Somos todos Magos quando crianças, mas aos poucos vamos perdendo nossa magia, entregando-a ao acaso toda vez que duvidamos de nós mesmos.Então é preciso notar que para realizar maior parte das coisas que desejamos, precisamos recuperar a magia da infância, precisamos recuperar o Mago que há dentro de nós, e fazer valer a crença de que confiando exclusivamente em nós mesmos, podemos ultrapassar qualquer fronteira!As vezes me pego lembrando de meus brinquedos queridos que foram doados, me bate uma saudade, me bate uma vontade de voltar no tempo, de voltar ao passado.Mas nada acontece, nada parece acontecer e eu carrego apenas boas lembranças de minha infância, eu queria lembrar do bebê que fui e criança voltar a ser.
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Há um ditado que diz algo como: 'passamos a primeira parte de nossa vida, a desejar a segunda e, a segunda, a recordar a primeira'. Essa sugere um paradoxo de local, como indicação de uma tendência nato, à busca pelo 'ser', 'estar', ou 'estar' e assim 'ser'. Se apresenta como a consequência ao que experimentamos e neste o problema se encontra no empirismo, o que se experimentou, foi vivenciado, o que antes era expectativa, tornou-se realidade. E se no desfecho, o resultado foi valor negativo, a frustração advinda do produto final conduzirá a nostalgia. Mas, não havia como prever antecipadamente, somente a plena certeza, depois
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