Agora preciso da bebida como preciso do ar que respiro
Com cada gole, me afasto mais do mundo
Quanto mais me afasto, mais difícil será a volta
Tem sido assim há já não sei há quanto tempo
Sei apenas que em algum momento tudo deu errado
Boiando naquele maldito rio novamente
O rio destilado de grãos nobres
O que posso fazer agora senão continuar
E abrir a garrafa mais uma vez?
O que posso fazer agora senão ver além
E boiar com a corrente, longe da margem
Ver aonde o rio vai me levar...
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